Arquivo do Mês para novembro, 2009

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A super placa de vídeo GeForce 9400GT

Só uma coisa a citar pra esse imbecil, empregado dessa loja ridícula, que contratou um bêbado para filmar e possivelmente perdeu uma placa de vídeo só para fazer o comercial.:

Alta iluminação da margem dinâmica, com 16 vezes e eliminação da informação da frequência de toda a tela.

Foi por causa do fenômeno acima que esse cara ficou assim, porque ele teve toda a informação do cérebro (mantendo somente o usuário e senha do orkut) dele elminada 16x pela super potente GeForce 9400GT!

Não sei se rio ou se choro.

Agora, um exemplo ao menos decente da mesma placa, porém de fabricante diferente.

Não. Não é uma prograganda para a INFO Exame (apesar de eu gostar da revista, mesmo ela estando sem graça nos últimos tempos) como alguns podem pensar. Mas, ao menos não tem um gago fazendo comercial de uma loja obscura com um câmera amador.

Bela comparação! Quem sabe eu começo a fazer reviews também?

Até mais!

Atualização 22/02/10: Vídeo removido pelo usuário. Ficou com tanta vergonha que sumiu!

Sugestões para a telefonia de São Paulo

O Conversa Afiada tem o prazer de publicar texto do amigo navegante Virgilio Freire.

É uma singela homenagem a Fernando Henrique Cardoso, o pai desse privatização descontrolada, que colocou um serviço público essencial na mão de empresários que fazem o que bem entendem.

O que faz a Anatel ?, por falar nisso…

A publicação deste artigo é também uma homenagem a ao engenheiro civil Zé Pedágio, “economista competente” – clique aqui para ler  “Quantos diplomas tem o Serra ? Nenhum” -, que privatizou a saúde pública de São Paulo e vai, proximamente, vender o ar encanado do “Vale do Anhangabaú” ao Departamento Ambiental da Unversidade de Harvard.

Por que o Farol de Alexandria, o campeão do neo-liberalismo brasileiro, o rei da dependência, não copiou a Margaret Thatcher ?

Está na hora de retomar a Telefônica por Virgílio Freire*

1. No final da década de 1990, sob a influência de Margareth Thatcher, Ronald Reagan e Wall Street, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu privatizar tudo que pudesse, e na sua lista o item mais importante eram as telecomunicações. Por dar a máxima importância ao assunto, colocou seu melhor amigo e principal colaborador, Sérgio Motta, no Ministério das Comunicações, com a principal missão de privatizar a Telebrás. A idéia corrente na época era de que o Estado não tinha condições de investir nem de ser um bom administrador de empresas. Este conceito mostrou-se falso na última década.

2. Antes de prosseguirmos, é importante, muito importante, destruir um mito. O de que a antiga Telebrás e suas subsidiárias eram incompetentes, ineficientes, lentas, burocráticas e incapazes de prestar os serviços de telecomunicações necessários exigidos por uma sociedade moderna. Mostrarei por que isto não é verdade.

3. A Telebrás tinha sede em Brasília, e atuava através de subsidiárias, uma em cada Estado brasileiro. Estas operadoras, todas, sem exceção, tinham lucros consideráveis todos os anos. Os balanços anuais da Telebrás e de suas subsidiárias estão nos arquivos dos jornais, da Anatel, do Ministério das Comunicações, e confirmam isso. Com estes lucros, a Telebrás e suas empresas poderiam facilmente investir, implantar novos sistemas e instalar milhões de telefones para os brasileiros. Os recursos, na época, eram da ordem de bilhões de dólares, nada inferiores aos valores que as operadoras privadas “investem” atualmente (voltarei a este tema mais adiante).

4. Durante os governos militares, entre 1964 e 1974, nestes 10 anos, a Telebrás teve grande autonomia de ação, pois os generais e militares que governavam o Brasil viam as telecomunicações como um setor estratégico para o desenvolvimento e a defesa. Quando entrei na Telesp, subsidiária da Telebrás em São Paulo, em 1973, não havia necessidade de concurso público: a empresa admitia seus funcionários através de um Departamento de Recursos Humanos, como qualquer outra organização, com base em testes, entrevistas, comparação entre candidatos etc. Nosso orçamento era administrado pela própria Telesp e pela holding, a Telebrás, e inteiramente gasto e aplicado dentro do sistema de telecomunicações.

Gostou? Então leia o texto na íntegra clicando aqui. Também recomendo que você leia este texto aqui.

Só fico imaginando oque aconteceria a longo-prazo se os Correios tivessem sido privatizados!

Tem um comentário? Não se acanhe e se expresse!

História das Coisas em Português

História das Coisas, versão brasileira do documentário The Story of Stuff, de Annie Leonard:
O que é História das Coisas?
Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.
História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

A vontade que dá é de jogar tudo fora, e sair correndo pelado na rua. Mas como (quase) ninguém vai fazer isso, podemos pensar em formas de quebrar esse cículo.

Eu pensei e cheguei a duas conclusões relativamente, simples:

  1. Somente aceite empregos em empresas que querem funcionários, e não escravos.
  2. Caso você seja o empregador, comece a empregar funcionários, e não escravos como você provavelmente faz.

Agradecimentos especiais ao Henrique Elias que trouxe esse vídeo ao meu conhecimento, e a produtora do vídeo Annie Leonard, porque sem ela, não existiria este vídeo.

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