Archive for the 'Protestos' Category

O Petróleo TEM QUE SER NOSSO

Sem comentários sobre o vídeo, Muitíssimo bom. Só algumas citações.

As pessoas tem que entender o pré-sal. Não é só entender de futebol!" – Paulo Betti

… os mesmos países que levaram o nosso ouro, agora querem levar nosso petróleo – Manifestação no Hotel Guanabara

… eles podem até estar vendendo pra nós o nosso petróleo, esse é o extremo da aberração a que nós chegamos. – Marcos Arruda

O Brasil é um país rico, mas outros usufruem de suas riquezas, temos de inverter isso.. – Maria Augusta Tibiriçá

Mas as semelhanças e o bom modelo terminam aí! A noruega pe um país de 4 milhões de habitantes. – João Antônio de Moraes

My name is Bond… Sherlock Bond.

Só esperando pra ver o quanto irão destruir, e americanizar, (não necessáriamente nessa ordem) meu ídolo.

Ainda tenho esperanças de terem errado o nome do filme, o correto seria Van Helsing 2.

Novos programas sociais do Governo

Sim, depois do famoso P.A.C ( Pão, Água e Circo) os governos de todo o mundo decidiram criar novos programas sociais!

Abaixo, vocês conferem o que o Governo Brasileiro prepara para todos nós:

  • Base de Operações Legislativas Avançadas – B.O.L.A.
  • Programa Intensivo de Auxílio Didático ao Analfabeto – P.I.A.D.A.
  • Programa de Revisão Orientado para o próprio Interesse nas Nomeações em Autarquias – P.R.O.P.I.N.A.
  • Mensuração da Eficiência Real das Decisões Administrativas – M.E.R.D.A.
  • Serviço de Apoio aos Companheiros que Atuam Nacionalmente, Aliciando Governadores,Empresários e Magistrados – S.A.C.A.N.A.G.E.M.
  • Fundo para Operações Destinadas aos Apadrinhados – F.O.D.A.
  • Programa de Interesse Regional das ONGs Cadastradas na Amazônia – P.I.R.O.C.A.

PERFEITO! Eu já estava mesmo cansado do P.A.C

Não sei quem criou, mas quem me mandou foi o Hugo, pelo MSN. Valeu!

 

Esse post até que saiu rápido…

Sugestões para a telefonia de São Paulo

O Conversa Afiada tem o prazer de publicar texto do amigo navegante Virgilio Freire.

É uma singela homenagem a Fernando Henrique Cardoso, o pai desse privatização descontrolada, que colocou um serviço público essencial na mão de empresários que fazem o que bem entendem.

O que faz a Anatel ?, por falar nisso…

A publicação deste artigo é também uma homenagem a ao engenheiro civil Zé Pedágio, “economista competente” – clique aqui para ler  “Quantos diplomas tem o Serra ? Nenhum” -, que privatizou a saúde pública de São Paulo e vai, proximamente, vender o ar encanado do “Vale do Anhangabaú” ao Departamento Ambiental da Unversidade de Harvard.

Por que o Farol de Alexandria, o campeão do neo-liberalismo brasileiro, o rei da dependência, não copiou a Margaret Thatcher ?

Está na hora de retomar a Telefônica por Virgílio Freire*

1. No final da década de 1990, sob a influência de Margareth Thatcher, Ronald Reagan e Wall Street, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu privatizar tudo que pudesse, e na sua lista o item mais importante eram as telecomunicações. Por dar a máxima importância ao assunto, colocou seu melhor amigo e principal colaborador, Sérgio Motta, no Ministério das Comunicações, com a principal missão de privatizar a Telebrás. A idéia corrente na época era de que o Estado não tinha condições de investir nem de ser um bom administrador de empresas. Este conceito mostrou-se falso na última década.

2. Antes de prosseguirmos, é importante, muito importante, destruir um mito. O de que a antiga Telebrás e suas subsidiárias eram incompetentes, ineficientes, lentas, burocráticas e incapazes de prestar os serviços de telecomunicações necessários exigidos por uma sociedade moderna. Mostrarei por que isto não é verdade.

3. A Telebrás tinha sede em Brasília, e atuava através de subsidiárias, uma em cada Estado brasileiro. Estas operadoras, todas, sem exceção, tinham lucros consideráveis todos os anos. Os balanços anuais da Telebrás e de suas subsidiárias estão nos arquivos dos jornais, da Anatel, do Ministério das Comunicações, e confirmam isso. Com estes lucros, a Telebrás e suas empresas poderiam facilmente investir, implantar novos sistemas e instalar milhões de telefones para os brasileiros. Os recursos, na época, eram da ordem de bilhões de dólares, nada inferiores aos valores que as operadoras privadas “investem” atualmente (voltarei a este tema mais adiante).

4. Durante os governos militares, entre 1964 e 1974, nestes 10 anos, a Telebrás teve grande autonomia de ação, pois os generais e militares que governavam o Brasil viam as telecomunicações como um setor estratégico para o desenvolvimento e a defesa. Quando entrei na Telesp, subsidiária da Telebrás em São Paulo, em 1973, não havia necessidade de concurso público: a empresa admitia seus funcionários através de um Departamento de Recursos Humanos, como qualquer outra organização, com base em testes, entrevistas, comparação entre candidatos etc. Nosso orçamento era administrado pela própria Telesp e pela holding, a Telebrás, e inteiramente gasto e aplicado dentro do sistema de telecomunicações.

Gostou? Então leia o texto na íntegra clicando aqui. Também recomendo que você leia este texto aqui.

Só fico imaginando oque aconteceria a longo-prazo se os Correios tivessem sido privatizados!

Tem um comentário? Não se acanhe e se expresse!

História das Coisas em Português

História das Coisas, versão brasileira do documentário The Story of Stuff, de Annie Leonard:
O que é História das Coisas?
Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.
História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

A vontade que dá é de jogar tudo fora, e sair correndo pelado na rua. Mas como (quase) ninguém vai fazer isso, podemos pensar em formas de quebrar esse cículo.

Eu pensei e cheguei a duas conclusões relativamente, simples:

  1. Somente aceite empregos em empresas que querem funcionários, e não escravos.
  2. Caso você seja o empregador, comece a empregar funcionários, e não escravos como você provavelmente faz.

Agradecimentos especiais ao Henrique Elias que trouxe esse vídeo ao meu conhecimento, e a produtora do vídeo Annie Leonard, porque sem ela, não existiria este vídeo.